domingo, 16 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
A RELIGIÃO MAIS NEGRA DO BRASIL: O PENTECOSTALISMO.
Segundo dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE), existem 11.951.347 negros evangélicos. Desses, 8.676.997
(72,6%) são pentecostais, enquanto a população negra de umbandistas e
candomblecistas não alcança 253.000 pessoas. Por que os negros fizeram opção
pelo pentecostalismo?
A
publicidade negativa realmente ajudou a trazer mais pessoas. Alguma coisa
sobrenatural acontecia naquele prédio antigo. William J. Seymour, pregador
batista negro, recém-chegado de Houston, chamava os crentes a dar um passo a
mais. Na verdade, dois passos: ele queria que eles se “santificassem” e que
fossem “batizados no Espírito Santo”. O batismo, dizia ele, seria acompanhado
pelo falar em línguas.
Houve
outras irrupções do falar em línguas ao redor dos EUA e da Europa nos anos
anteriores, mas o acontecimento da rua Azusa foi a grande explosão. As reuniões
continuaram naquele “prédio decadente” por vários anos. Muitas pessoas viajaram
para lá simplesmente para ver o que estava acontecendo.
O mundo
estava pronto para o avivamento. O final do século XIX assistiu à grande
revolução industrial. As pessoas se tornavam engrenagens da máquina social. A
lacuna entre os ricos e os pobres aumentava. Infelizmente, a igreja, com
freqüência, pendia mais para os ricos. Até mesmo grupos “comuns” e
tradicionais, como os batistas e os metodistas, enfatizavam mais os bens
materiais do que a energia espiritual. Graças aos precursores avivalistas, como
Finney e Moody, as igrejas estavam cheias. Porém, muitos que professavam o cristianismo
ainda careciam de alguma coisa.
Marco Davi
de Oliveira, em sua obra A religião mais negra do Brasil, tenta responder qual
é a religião representativamente mais negra do Brasil e por que essa
identificação dos negros. O pesquisador descobre que a religião com o maior
número de negros não são as religiões Afro, nem a Igreja Católica, tão pouco os
protestantes históricos, mas, sim, os pentecostais. Ele constata que os negros
brasileiros se converteram e passaram a fazer parte das igrejas pentecostais,
em grande número, nas últimas décadas. O que torna a igreja pentecostal a
religião com maior número de negros no Brasil.
Um dos
motivos para essa identificação negra está na capacidade da igreja pentecostal
oferecer ao fiel uma valorização de sua autoestima por meio de seu culto e
liturgia. A pobreza extrema é uma das responsáveis por uma baixa auto-estima e,
conseqüentemente, por uma desvalorização pessoal do indivíduo, mas a igreja
pentecostal atua preenchendo essa lacuna. Por exemplo, através dos dons
espirituais, o fiel pode se expressar e se sentir especial, “através desse
poder”.
Para o
também estudioso do pentecostalismo latino americano, Jean- Pierre Bastian, nas
práticas pentecostais, a conversão e a emoção são indissociáveis. Ao contrário
da Teologia da Libertação que pretendia a construção do pobre como sujeito
conscientizado, ou do protestantismo histórico que pretendia formar sujeitos
autônomos e críticos, “o pentecostalismo constrói a categoria de pobre, não no
plano cognitivo, mas no plano emocional, por um discurso de consolo e uma
prática terapêutica”.
Muitos
trabalhos acadêmicos recente passaram a reconhecer a presença das igrejas
pentecostais em comunidades pobres das grandes cidades brasileiras e relacionar
com a ascendência dos negros na sociedade brasileira. Ser negro e, além disso,
evangélico, não era decisão fácil há algumas décadas atrás no Brasil.
fonte: Instituto Paracleto
“Fazer Missões e estar na dependência do poder de Deus, por melhor que seja o método precisamos nos revestir do Espírito Santo, para alcançar o perdido a qualquer custo”
"E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha."Lucas 14:23
Que o Senhor JESUS vos abençoe!!!
Pastor João Paz
Contatos:
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
O GRANDE MASSACRE DE CRISTÃOS NA NOITE DE SÃO BARTOLOMEU NA FRANÇA
O GRANDE MASSACRE DE CRISTÃOS NA NOITE DE SÃO BARTOLOMEU NA FRANÇA
Em 24 de agosto de 1572, começa em Paris o massacre da
noite de São Bartolomeu, cometido contra protestantes reunidos para o casamento
de seu líder Henrique de Navarra com Margarida Valois. As matanças, organizadas
pela casa real francesa, duraram vários meses e se espalharam por outras
cidades francesas, resultando na morte de entre 30 mil e 100 mil protestantes
franceses, chamados huguenotes. Dois dias antes, a tentativa de assassinato de Gaspard de Coligny, almirante francês e líder huguenote, provavelmente organizado pelos Guise – poderosa família católica com muita influência ao longo do século XVI –, havia gerado um perigoso clima de tensão.
MASSACRE DE SÃO BARTOLOMEU, DE FRANÇOIS DUBOIS (1576)
O massacre veio dois anos depois do tratado de paz de Saint-Germain, pelo qual a rainha Catarina de Médici havia oferecido tréguas aos protestantes. Catarina temia ser derrocada pelos Guises, descontentes com sua política de conciliação e condescendência com os protestantes. Ela desconfiava igualmente da influência de Coligny sobre seu filho, Charles IX. Por essa razão, ela se antecipou aos católicos ordenando o massacre dos líderes protestantes.
Quando o campanário da igreja de Saint-Germain-l’Auxerrois ressoou, os parisienses se atiraram sobre os protestantes: homens, mulheres e crianças.
Anteriormente
Poucos dias antes, era calmo o ambiente na capital. Celebrara-se um matrimônio real, que deveria encerrar um terrível decênio de lutas religiosas entre católicos e huguenotes. Os noivos eram Henrique, rei de Navarra e chefe da dinastia dos huguenotes, e Margarida Valois, princesa da França, filha do falecido Henrique II e de Catarina de Médici.
Margarida era irmã do rei Carlos IX. Alguns milhares de huguenotes de todo o país – a nata da nobreza francesa – foram convidados a participar das festas de casamento em Paris. Uma armadilha sangrenta, como se constataria mais tarde.
A guerra entre católicos e protestantes predominou na França durante anos, com assassinatos, depredações e estupros. O casamento fora marcado para acabar com essa situação.
A cerimônia não foi realizada na catedral. O noivo protestante não deveria entrar na Notre Dame, ou assistir à missa. Diante do portal ocidental da catedral, foi construído um palco sobre o rio Sena, no qual se celebrou o matrimônio. Margarida não respondeu com um "sim" à pergunta se desejava desposar Henrique, mas com um aceno positivo com a cabeça. Como era comum na época, o casamento tinha motivação exclusivamente política.
Contexto
No século XVI, o maior esteio da França não era o rei, mas sim a Igreja. E ela estava inteiramente dominada pela nobreza católica. Uma reforma do clero significaria, ao mesmo tempo, o tolhimento do poder dos príncipes. Assim, a nobreza – tendo à frente os Guise – buscava a preservação do status quo.
Os Guise observavam com profunda desconfiança a cerimônia ao lado da Notre Dame. O casamento foi realizado por determinação da poderosa rainha Catarina – uma mulher fria, detentora de um marcante instinto de poder.
Poucos dias depois da cerimônia, o almirante Coligny sofreu um atentado em rua aberta. O líder huguenote teve apenas ferimentos leves. Ainda assim, os huguenotes pressentiram uma conspiração. Estava em perigo a trégua frágil, lograda através do casamento. Por trás do atentado, estavam os Guise e Catarina. O casamento era parte de um plano preparado em longo prazo. Carlos, o rei com olhar de louco, ficou furioso ao saber do atentado a Coligny, seu conselheiro e confidente. Os católicos espalharam então o boato de que os huguenotes estavam planejando uma rebelião para vingar-se do atentado.
Carlos foi pressionado pela mãe e vacilou. Mas cedeu, finalmente, e ordenou a execução de Coligny. O rei exigiu um trabalho completo: não deveria sobrar nenhum huguenote que pudesse acusá-lo posteriormente do crime. Coligny foi assassinado com requintes de crueldade na noite de São Bartolomeu. Com ele, outras milhares de pessoas que professavam a mesma fé.
Henrique de Navarra sobreviveu à noite de São Bartolomeu nos aposentos do rei, que tinha dado a ordem para o massacre. Henrique teve de renegar sua fé e foi encarcerado no Louvre. Quatro anos mais tarde, ele conseguiu fugir. Retornou ao seu reino na Espanha e, anos depois, subiu ao trono francês.
Henrique, que permaneceu católico, mas irmão espiritual dos huguenotes, concedeu-lhes a igualdade de direitos políticos através do Édito da Tolerância de Nantes. Uma compensação tardia para os huguenotes. Henrique defendia a coesão do país: "A França não se dividirá em dois países, um huguenote e outro católico. Se não forem suficientes a razão e a Justiça, o rei jogará na balança o peso da sua autoridade."
Um Breve Relato Sobre a França
França (em francês:France), oficialmente República Francesa (em
francês: République Française), é uma país localizado na Europa Ocidental, com
várias ilhas e territórios ultramarinos localizadas em outros continentes. A
França Metropolitana se estende do Mediterrâneo ao Canal da Mancha e Mar do
Norte, e do Rio Reno ao Oceano Atlântico. É muitas vezes referida como
L'Hexagone ( "O Hexágono") por causa da forma geométrica do seu
território. A França é uma república semi-presidencial unitária com os seus
principais ideais expressos na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.
A França Metropolitana é limitada (no sentido horário a partir do
norte), pela Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Suíça, Itália, Mônaco, Andorra e
Espanha. Seus departamentos ultramarinos e territórios também partilham
fronteiras terrestres com o Brasil e Suriname (na fronteira com a Guiana
Francesa) e com as Antilhas Holandesas (na fronteira com Saint-Martin). A
França está ligada ao Reino Unido pelo Eurotúnel, que passa por baixo do Canal
da Mancha.
A França é o maior país da União Européia em área e o segundo maior da
Europa, atrás apenas da Ucrânia (incluindo seus territórios extra-Europeus como
a Guiana Francesa). A França tem sido uma grande potência por muitos séculos,
com forte influência econômica, cultural, militar e política. Durante os
séculos XVII e XVIII, a França colonizou grande parte da América do Norte e
durante o século XIX e início do século XX, o país construiu o segundo maior
império da história, que incluía grande parte da América do Norte, África
Central e Ocidental, Sudeste Asiático e muitas ilhas do Pacífico.
A França é um país desenvolvido e possui a quinta maior economia do
mundo por PIB nominal e a oitava maior economia em poder de compra. É o país
mais visitado no mundo, recebendo 82 milhões de turistas estrangeiros por ano.
A França é um dos membros fundadores da União Européia e possui a maior área
terrestre de todos os membros. É também membro fundador da Organização das
Nações Unidas, além de ser membro da Francofonia, do G8, do G20, da OTAN, da
OCDE, da OMC e da União Latina. É um dos cinco membros permanentes do Conselho
de Segurança das Nações Unidas, possui o terceiro maior número de armas
nucleares do mundo e o maior número de usinas nucleares da União Européia.
(Wikipédia).
Presidente: François Hollande (2012).
Língua oficial: Francês. Todas as línguas 25. Línguas com Escrituras: 12 Bíblias, 03 NT, 11 Porções. (Operation World)
Sistema Político: República com forma mista de governo
População: 63,5 milhões de habitantes (2012).
Área Geográfica: 543.965 km2
Moeda: Euro
Fuso horário: + 4h do Brasil
Código telefônico: 34
Hino Nacional: Clique aqui e ouça o Hino.
Religião: Cristianismo 68,2% (católicos 71,9%, outros 7,4% – dupla filiação 1,2%, desfiliados 9,9%), agnosticismo 16,4%, islamismo 8,6%, ateísmo 4,1%, outras 2,7% (2010). (Almanaque Abril)
DEUS VOS ABENÇOE!!!
E orem por nós, pois estamos dentro deste desafio para ganhar a França para o SENHOR JESUS, começando por Annemasse-FR.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
O CRECIMENTO DO EVANGELHO NO BRASIL
ONDE ESTA A MAIOR CARÊNCIA DO CRESCIMENTO DO EVANGELHO
Quem viveu nas décadas anteriores à década de 70 pode sentir hoje, no
dia-a-dia, a diferença do trato quando alguém se declara evangélico no Brasil.
O Brasil foi colonizado por portugueses, mais especificamente pelos jesuítas
que, a todo custo, queriam fazer do país a maior nação católica do mundo. Com a
Reforma Protestante, iniciada por Lutero, no século XVI, e a crise na Europa,
muitos vieram do Velho Mundo em busca de novas oportunidades de vida e, também,
a fim de propagar um evangelho diferente daquele que a Igreja Católica impunha.Por volta de 1824, o Brasil era visto como um país 100% católico. A partir de 1855, os primeiros missionários protestantes começaram a chegar e a residir permanentemente por aqui e, em três décadas, todas as denominações protestantes históricas se estabeleceram no país. Muitos missionários tinham especializações profissionais e contribuíram muito para a educação e demais áreas sociais. Fundaram igrejas, escolas, universidades, clínicas, hospitais, jornais, editoras, etc. Trabalharam em favor da liberdade religiosa, promovendo o respeito à sua inerente diversidade. Apresentaram a “salvação pela graça, mediante a fé” e a visão responsável de que “a fé sem obras é morta”. A partir daí, pode-se dizer que a igreja evangélica brasileira tem contribuído para “mudar a cara” desta grande nação.
E nós, brasileiros do século XXI, vivemos nesta época de transformação do país
e louvamos a Deus por tudo que Ele tem feito em nosso meio.
Lembro-me muito bem de que, quando criança, era difícil declarar publicamente a Igreja a qual pertencia sem receber um olhar indagador, como que dizendo: “Verdade? Como você pode? Você é um protestante?”.
Hoje, vivemos outra realidade: podemos nos declarar evangélicos com um certo orgulho e a responsabilidade de mostrar que a diferença está em viver pela fé, como diz o apóstolo Paulo: “O justo viverá pela fé” (Rm 1.17).
Um cuidado necessário
A pesquisa é uma ferramenta eficiente e tem sido bem reconhecida nos últimos tempos. Pesquisam-se para abrir uma loja, lançar um produto, eleger nossos governantes, etc. A Igreja evangélica no Brasil também tem feito proveito dessa ferramenta e se conscientizado da sua grande utilidade. A partir de seus resultados, procuramos elaborar estratégias de implantação de novas igrejas onde ainda não existem, evitando desperdiçar energia e recursos ao abrirmos igrejas de denominações diferentes uma ao lado da outra, por exemplo, enquanto outros bairros são esquecidos. “Sempre fiz questão de pregar o evangelho onde Cristo ainda não era conhecido, de forma que não estivesse edificando sobre alicerce de outro” (Rm 15.20).
Diante desse texto bíblico, nada melhor do que os números e os gráficos para que saibamos o que tem acontecido durante estes últimos anos da nossa história. A seguir, partindo dos dados fornecidos pelo IBGE, “fotografei” o crescimento dos evangélicos nas últimas décadas.
De 1970 a 1991
Segundo os censos realizados em 1970, 1980 e 1991, a Igreja evangélica no Brasil cresceu, no período, mais que o dobro do ritmo de crescimento da população.
Nos resultados da pesquisa do IBGE, publicados em 1980, constatamos que na década de 70 a população cresceu 2,48% ao ano e a igreja evangélica, 5,06%, o dobro do crescimento populacional. Logo, já significava um crescimento real da Igreja, motivo de comemoração!
Mas o Senhor tinha mais bênçãos para derramar sobre esta grande nação.
Na década seguinte, 1980 a 1991, o censo do IBGE revelou que o crescimento da população do Brasil foi menor do que na década anterior, 1,93% ao ano. Mas a Igreja evangélica continuou crescendo 4,68%, quase no mesmo ritmo da década de 70. Isso significa dizer que a Igreja cresceu proporcionalmente nesse período 2,5 vezes mais do que a população brasileira.
De maneira geral, passamos de um país quase que totalmente católico, em 1824, para um país com 12,1% de evangélicos, em 1991.
Muitos dirão que, na realidade, o Brasil não era 100% católico. Eu concordo. É impossível a unanimidade neste sentido. O fato é que o país se declarava totalmente católico e que não havia o testemunho evangélico. Os holandeses e os franceses, que por vezes tentaram se estabelecer no país, vinham com as “boas novas”, mas a guerra religiosa que encontravam os derrotou e os fez desistir.
Após 136 anos, desde que os primeiros missionários evangélicos começaram a se estabelecer definitivamente no Brasil, éramos 13,7 milhões, não estou aqui relatando sobre a chegada do pentecoste através de Daniel Berg, e Gunnar Wingre, que em 2011 foi comemorado o centenário da Assembleia de Deus no Brasil.
No entanto, havia ainda o grande desafio do Nordeste, pois o censo de 1991 revelou algumas mesorregiões1 com menos de 3% de evangélicos no Estado de Minas Gerais e outros, em grande número, na região Nordeste do país. As demais mesorregiões teriam índices superiores a 3% de evangélicos.
Panorama e análise dos evangélicos a partir do Censo 2000
Se com as informações das pesquisas do IBGE, até 1991 vivíamos conscientes dos grandes motivos que tínhamos para louvar a Deus por tudo que já havia feito no Brasil, com os resultados do Censo 2000 pudemos reafirmar nossos motivos de louvor e constatar que Ele nos levara além das nossas expectativas.
As projeções feitas a partir dos dados de 1991 foram superadas. Obra maravilhosa do Senhor numa nação!
A Igreja evangélica no Brasil continuou crescendo mais rápido do que a população. Na última década, 1991 a 2000, a sua taxa de crescimento superou em quatro vezes o da população.
Devemos nos lembrar, no entanto, que tal crescimento varia de acordo com a região. Comparando as taxas anteriores, notamos que até 1991 a região Sul era a região que menos crescia no Brasil, com uma TCA (taxa de crescimento anual) inferior a 4%; em 2000, apresentou um crescimento de 4,3% ao ano. Mas continua sendo hoje já em 2014 a região de menor crescimento dos evangélicos no país, merecendo, assim, toda a nossa atenção. O Estado de Roraima continua sendo o que tem a maior TCA. Percebemos que as maiores taxas de crescimento estão nas regiões Norte e Nordeste.
2003 — o Brasil tem 17% de evangélicos
No Censo de 1991, éramos 13,7 milhões de evangélicos, ou seja, 12,1% da população do país. Em 2000, passamos para cerca de 26 milhões, isto é, 15% da população. Isso equivale a cinco vezes a porcentagem de 1940 e quase o dobro da de 1980.
Em nove anos (1991 a 2000), o número de brasileiros que se declaravam evangélicos dobrou. Fazendo uma projeção a partir do Censo 2000, neste ano de 2003, já devemos ser cerca de 30 milhões de evangélicos. Isso corresponde a aproximadamente 17% da população.
Se o mesmo ritmo de crescimento constatado na última década se repetir, ousamos afirmar que, até 2022, se o Senhor Jesus não voltar o Brasil se tornará 50% evangélico.
Onde estão os evangélicos?
A presença evangélica varia muito conforme a região do país. Se por um lado encontramos Estados com baixos índices, inferiores a 10%, por outro encontramos alguns Estados com mais de 20% de evangélicos.
Quando mapeamos os Estados, detalhando a presença dos evangélicos com a ajuda das cores, verificamos, com alegria, que temos mais Estados com porcentagem maior de evangélicos. Mas não podemos deixar de voltar nossa atenção para os mais necessitados. Embora a região Sul tenha um crescimento pequeno (TCA entre 3 e 6% nos diferentes Estados), a Nordeste, porém, é a única região do Brasil que ainda possui Estados com uma porcentagem menor que 10% de evangélicos.
Como vimos anteriormente, na região Nordeste, em 1991, se concentravam as mesorregiões com menos de 3% de evangélicos. Hoje, infelizmente, vemos essa concentração também nas regiões Sul e Sudeste.
A Igreja evangélica
Existem no Brasil cerca de 150 mil igrejas evangélicas de todos os tipos. Entretanto, pesquisas de campo mostram que apenas um terço dos evangélicos, aproximadamente, estão nas igrejas num domingo típico.
Conversando com alguns pastores, representantes de diversas igrejas, ficaram comovidos com relatos sobre o crescimento de igrejas em outros países e resolveram adotar e promover uma estratégia para uma persistente, contínua e marcante implantação de igrejas no Brasil. Tal Projeto envolve um trabalho de oração, pesquisa e mapeamento e tem encorajado pastores e líderes a plantar novas igrejas no Brasil, nas regiões onde o evangelho ainda não é bem conhecido, qual abaixo eu Pastor João Paz estarei relatando.
Seguem algumas observações gerais sobre a Igreja evangélica brasileira de hoje:
• As regiões urbanas têm experimentado maior crescimento que as áreas rurais.
Veja dois exemplos em pesquisas, um na região Nordeste e outro na região Norte, que ilustram essa realidade:
Em 2002, no sertão nordestino, numa microrregião que, em 1991, o IBGE apontava como tendo 1,13% de evangélicos, o IBGE, fez uma pesquisa completa em onze municípios do sertão da Paraíba. Esses municípios compõem a microrregião chamada Itaporanga. A pesquisa retratou a realidade do sertão e se preocupou, ainda, em analisar como a população não-evangélica vê o “crente”. Na ocasião, foi feita também uma distinção de zona urbana e rural. A conclusão foi a seguinte: não obstante a relação habitantes/igreja nesses municípios ser parecida com a das grandes cidades, há, ainda, muitas comunidades sem igrejas nas zonas rurais. Neste caso, a microrregião de Itaporanga tem uma população de 83.000 habitantes e, considerando as comunidades com no mínimo quinze habitantes, existem 140 comunidades rurais sem igrejas. Esta é uma população que não ouvirá o evangelho se alguém não for lá pregar e estabelecer uma igreja para que o novo convertido seja discipulado.
A região Norte do Brasil apresenta uma porcentagem de evangélicos bastante alta dentro do contexto nacional. Na cidade de Manaus, por exemplo, a relação habitantes/igreja foi a de melhor média até agora nas grandes cidades (796 habitantes/igreja local). No entanto, uma peculiaridade dessa região é a população ribeirinha. A região Norte possui mais de 40 mil comunidades ribeirinhas com uma população média de 130 habitantes por comunidade. Em 1999, foi estimado que 90%, aproximadamente (ou seja, 36 mil) destas comunidades ribeirinhas não tinham nenhuma igreja evangélica.
• A Igreja tem crescido mais entre os pobres do que entre os ricos
Uma pesquisa feita em Londrina, PR, em 2000, mostrou que as regiões mais ricas da cidade possuem menos igrejas evangélicas, resultado que tem se repetido em várias outras cidades ao redor do país.
• Vários grupos étnicos não foram ainda alcançados (tanto imigrantes quanto tribos indígenas)
Existem ainda 103, ou 40%, das 257 tribos indígenas do Brasil sem presença missionária. Outros grupos étnicos, tanto nas cidades quanto nas regiões rurais, também precisam ser focalizados, para que se implantem igrejas e todo o país, dessa forma, seja alcançado pelo evangelho de Jesus Cristo.
• As regiões Norte e Centro-Oeste têm a maior presença evangélica
• As regiões Nordeste e Sul, por outro lado, têm a menor.
• O Sudeste tem os grandes desafios que vêm com a urbanização e grandes concentrações de população
Resumindo:
1. Cada região do país tem seus próprios desafios. Está comprovado que pelo menos 80% das pessoas em cada região não têm nenhuma participação na Igreja.
2. A Igreja evangélica do Brasil não é bem distribuída. Em todas as cidades e áreas rurais pesquisadas, foram encontrados lugares com muitas igrejas enquanto outros lugares com poucas.
No segundo semestre de 2001 e início do ano 2002, foi realizada uma pesquisa completa sobre a presença evangélica na cidade de Marília, SP. As ruas da cidade foram percorridas e igrejas localizadas e situadas em um mapa digital, que mostrou claramente que as igrejas não estão distribuídas igualmente entre todos os bairros. Este mesmo tipo de pesquisa foi feito em mais sete cidades ao redor do Brasil, em 2002. Resultados iniciais mostram que todas as cidades apresentam uma situação parecida.
1. O Brasil possui mais ou menos uma igreja para cada 1.200 habitantes (em 2002, a média das cidades pesquisadas foi de 1.011). Nas cidades pesquisadas em 2002, em um domingo típico, cerca de 6,5% da população do Brasil estavam presentes em uma igreja evangélica (a freqüência média das igrejas evangélicas no Brasil é de 70 pessoas). Podemos perceber que esta porcentagem é muito menor que o número de pessoas que se identificam como evangélicas no Censo e indica um número alto de evangélicos inativos nas igrejas.
2. Na década de 80, o grupo religioso que cresceu mais rapidamente foi o das pessoas sem religião ou sem declaração de religião. Nos anos 90, foram os evangélicos. Isto pode indicar que ser evangélico está-se tornando uma opção mais aceitável dentro da sociedade brasileira. Entretanto, de acordo com o Censo 2000 do IBGE, existem três Estados na região Nordeste, onde a porcentagem dos “sem religião” supera a porcentagem dos evangélicos.
O que falta para que o Brasil seja alcançado?
Deus está trabalhando muito no Brasil e a Igreja está crescendo. A Igreja ainda tem muito por fazer; foi abençoada por Deus e tem muito para oferecer como bênção. Isto indica a necessidade de uma responsabilidade missionária para alcançar as partes do Brasil que não estão sendo alcançadas naturalmente (áreas rurais, grupos étnicos, bairros esquecidos, etc.), bem como os confins da terra.
No último Censo, encontrei em pesquisa 56 municípios com menos de 1% de evangélicos, o que atinge uma população de 310.884, e onze municípios sem nenhum evangélico, sendo que nove deles se encontram no Estado do Rio Grande do Sul. Vale lembrar que esses dados, muitas vezes, são colhidos por amostragem, o que não invalida a pesquisa, mas em se tratando de um número “0” na categoria “religião” valeria a pena visitar esses municípios e confirmar essa informação.
Precisamos:
1. Identificar os lugares que ainda não foram alcançados
2. Treinar líderes para as igrejas já existentes e para as que vão surgir
3. Motivar as igrejas a plantar novas igrejas em lugares estratégicos
4. Implantar 100 mil igrejas novas
5. Mobilizar missões para os grupos que não serão atingidos naturalmente
Alguns aspectos sociais como conseqüência do crescimento da Igreja
Eu lendo a revista Veja (edição de julho/2002), qual publicou uma reportagem intitulada “A força do Senhor”. Essa reportagem chamava a atenção para o crescimento dos evangélicos e sua atuação na área social do país. Dizia:
“O crescimento da fé evangélica está mudando o Brasil dos esportes à política, das favelas aos bairros chiques, dos presídios à televisão”
A reportagem menciona que as conseqüências do aumento do número de evangélicos, de modo geral, têm sido boas:
• Os evangélicos têm menos filhos
• Os evangélicos buscam uma boa moral sexual
• Levam a prática da fé a sério
• • Conversões na Casa de Detenção
• Adolescentes deixam as drogas
• Ética e valores morais na política
• Educação e cultura. Incentivo à leitura. Os evangélicos têm 934 instituições de ensino em vários níveis com 740.000 alunos
• Motivou a levar até a Renovação Carismática da Igreja Católica.
O texto da Veja veio confirmar a pesquisa feita em Itaporanga, onde foi constatado que 57% da população vê com simpatia a presença dos “crentes” na sua região. Isso muito nos alegra, mas aumenta a nossa responsabilidade diante de Deus.
Conclusão
Como vimos, Deus tem abençoado muito o nosso país. Tem nos dado um crescimento em quantidade e a sociedade já vê algumas conseqüências disso. Precisamos nos conscientizar da importância de sermos numericamente expressivos e daquilo que o Senhor pode fazer por nosso intermédio, desde que nos coloquemos em suas mãos.
Seria muito bom se todas as denominações evangélicas se unissem no amor de Cristo, deixando de lado questões insignificantes, e mirassem o alvo mais nobre: realizar a tarefa de ganhar esta nação para Cristo, e não a concorrência a números de membros.
Precisamos crescer na graça e no conhecimento do nosso Deus para transformar esta nação. Se em 2002, ano em que a reportagem da Veja foi publicada, já se constatava que a fé evangélica estava mudando a sociedade (e em 2002 éramos 17% de evangélicos), o que Deus não poderá fazer quando seu exército no Brasil corresponder a 50% de evangélicos?
Sabemos que a nossa fé pode mover montanhas: “Porque a fé que vocês têm é pequena. Eu lhes asseguro que se vocês tiverem fé do tamanho de um grão de mostarda, poderão dizer a este monte: Vá daqui para lá, e ele irá. Nada lhes será impossível” (Mt 17.20).
Simultaneamente, e até como conseqüência da dedicação ao compromisso de ganhar esta nação, devemos nos lembrar do que a Palavra de Deus nos diz no Salmo 67.1,2: “Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, para que sejam conhecidos na terra os teus caminhos, a tua salvação entre todas as nações”
As pesquisas nos mostram o quanto temos sido abençoados por Deus como nação e o texto bíblico acima nos revela que o Senhor faz isso com um propósito: para que abençoemos também os outros povos.
Hoje, o Brasil tem acesso livre em muitas nações, onde eu mesmo agora em 2014 estou sendo enviado para Europa para realizar um abençoado trabalho lá em Nome do Senhor Jesus Cristo. E isso não deixa de ser um privilégio. Em qualquer lugar do mundo o brasileiro é sempre bem recebido e dispõe de certa liberdade para levar o evangelho. Além disso, muitos brasileiros têm origens em algumas dessas nações, o que pode facilitar o trabalho, tanto indo ao estrangeiro quanto alcançando essas “colônias” (grupos étnicos) dentro do nosso próprio país.
Queluzito (MG)
Carrapateira (PB)
Boa Vista do Sul (RS)
Nova Alvorada (RS)
Nova Roma do Sul (RS)
Protásio Alves (RS)
Relvado (RS)
Santo Antônio do Palma (RS)
São Jorge (RS)
União da Serra (RS)
Vespasiano Correa (RS)
Lembro-me muito bem de que, quando criança, era difícil declarar publicamente a Igreja a qual pertencia sem receber um olhar indagador, como que dizendo: “Verdade? Como você pode? Você é um protestante?”.
Hoje, vivemos outra realidade: podemos nos declarar evangélicos com um certo orgulho e a responsabilidade de mostrar que a diferença está em viver pela fé, como diz o apóstolo Paulo: “O justo viverá pela fé” (Rm 1.17).
Um cuidado necessário
A pesquisa é uma ferramenta eficiente e tem sido bem reconhecida nos últimos tempos. Pesquisam-se para abrir uma loja, lançar um produto, eleger nossos governantes, etc. A Igreja evangélica no Brasil também tem feito proveito dessa ferramenta e se conscientizado da sua grande utilidade. A partir de seus resultados, procuramos elaborar estratégias de implantação de novas igrejas onde ainda não existem, evitando desperdiçar energia e recursos ao abrirmos igrejas de denominações diferentes uma ao lado da outra, por exemplo, enquanto outros bairros são esquecidos. “Sempre fiz questão de pregar o evangelho onde Cristo ainda não era conhecido, de forma que não estivesse edificando sobre alicerce de outro” (Rm 15.20).
Diante desse texto bíblico, nada melhor do que os números e os gráficos para que saibamos o que tem acontecido durante estes últimos anos da nossa história. A seguir, partindo dos dados fornecidos pelo IBGE, “fotografei” o crescimento dos evangélicos nas últimas décadas.
De 1970 a 1991
Segundo os censos realizados em 1970, 1980 e 1991, a Igreja evangélica no Brasil cresceu, no período, mais que o dobro do ritmo de crescimento da população.
Nos resultados da pesquisa do IBGE, publicados em 1980, constatamos que na década de 70 a população cresceu 2,48% ao ano e a igreja evangélica, 5,06%, o dobro do crescimento populacional. Logo, já significava um crescimento real da Igreja, motivo de comemoração!
Mas o Senhor tinha mais bênçãos para derramar sobre esta grande nação.
Na década seguinte, 1980 a 1991, o censo do IBGE revelou que o crescimento da população do Brasil foi menor do que na década anterior, 1,93% ao ano. Mas a Igreja evangélica continuou crescendo 4,68%, quase no mesmo ritmo da década de 70. Isso significa dizer que a Igreja cresceu proporcionalmente nesse período 2,5 vezes mais do que a população brasileira.
De maneira geral, passamos de um país quase que totalmente católico, em 1824, para um país com 12,1% de evangélicos, em 1991.
Muitos dirão que, na realidade, o Brasil não era 100% católico. Eu concordo. É impossível a unanimidade neste sentido. O fato é que o país se declarava totalmente católico e que não havia o testemunho evangélico. Os holandeses e os franceses, que por vezes tentaram se estabelecer no país, vinham com as “boas novas”, mas a guerra religiosa que encontravam os derrotou e os fez desistir.
Após 136 anos, desde que os primeiros missionários evangélicos começaram a se estabelecer definitivamente no Brasil, éramos 13,7 milhões, não estou aqui relatando sobre a chegada do pentecoste através de Daniel Berg, e Gunnar Wingre, que em 2011 foi comemorado o centenário da Assembleia de Deus no Brasil.
No entanto, havia ainda o grande desafio do Nordeste, pois o censo de 1991 revelou algumas mesorregiões1 com menos de 3% de evangélicos no Estado de Minas Gerais e outros, em grande número, na região Nordeste do país. As demais mesorregiões teriam índices superiores a 3% de evangélicos.
Panorama e análise dos evangélicos a partir do Censo 2000
Se com as informações das pesquisas do IBGE, até 1991 vivíamos conscientes dos grandes motivos que tínhamos para louvar a Deus por tudo que já havia feito no Brasil, com os resultados do Censo 2000 pudemos reafirmar nossos motivos de louvor e constatar que Ele nos levara além das nossas expectativas.
As projeções feitas a partir dos dados de 1991 foram superadas. Obra maravilhosa do Senhor numa nação!
A Igreja evangélica no Brasil continuou crescendo mais rápido do que a população. Na última década, 1991 a 2000, a sua taxa de crescimento superou em quatro vezes o da população.
Devemos nos lembrar, no entanto, que tal crescimento varia de acordo com a região. Comparando as taxas anteriores, notamos que até 1991 a região Sul era a região que menos crescia no Brasil, com uma TCA (taxa de crescimento anual) inferior a 4%; em 2000, apresentou um crescimento de 4,3% ao ano. Mas continua sendo hoje já em 2014 a região de menor crescimento dos evangélicos no país, merecendo, assim, toda a nossa atenção. O Estado de Roraima continua sendo o que tem a maior TCA. Percebemos que as maiores taxas de crescimento estão nas regiões Norte e Nordeste.
2003 — o Brasil tem 17% de evangélicos
No Censo de 1991, éramos 13,7 milhões de evangélicos, ou seja, 12,1% da população do país. Em 2000, passamos para cerca de 26 milhões, isto é, 15% da população. Isso equivale a cinco vezes a porcentagem de 1940 e quase o dobro da de 1980.
Em nove anos (1991 a 2000), o número de brasileiros que se declaravam evangélicos dobrou. Fazendo uma projeção a partir do Censo 2000, neste ano de 2003, já devemos ser cerca de 30 milhões de evangélicos. Isso corresponde a aproximadamente 17% da população.
Se o mesmo ritmo de crescimento constatado na última década se repetir, ousamos afirmar que, até 2022, se o Senhor Jesus não voltar o Brasil se tornará 50% evangélico.
Onde estão os evangélicos?
A presença evangélica varia muito conforme a região do país. Se por um lado encontramos Estados com baixos índices, inferiores a 10%, por outro encontramos alguns Estados com mais de 20% de evangélicos.
Quando mapeamos os Estados, detalhando a presença dos evangélicos com a ajuda das cores, verificamos, com alegria, que temos mais Estados com porcentagem maior de evangélicos. Mas não podemos deixar de voltar nossa atenção para os mais necessitados. Embora a região Sul tenha um crescimento pequeno (TCA entre 3 e 6% nos diferentes Estados), a Nordeste, porém, é a única região do Brasil que ainda possui Estados com uma porcentagem menor que 10% de evangélicos.
Como vimos anteriormente, na região Nordeste, em 1991, se concentravam as mesorregiões com menos de 3% de evangélicos. Hoje, infelizmente, vemos essa concentração também nas regiões Sul e Sudeste.
A Igreja evangélica
Existem no Brasil cerca de 150 mil igrejas evangélicas de todos os tipos. Entretanto, pesquisas de campo mostram que apenas um terço dos evangélicos, aproximadamente, estão nas igrejas num domingo típico.
Conversando com alguns pastores, representantes de diversas igrejas, ficaram comovidos com relatos sobre o crescimento de igrejas em outros países e resolveram adotar e promover uma estratégia para uma persistente, contínua e marcante implantação de igrejas no Brasil. Tal Projeto envolve um trabalho de oração, pesquisa e mapeamento e tem encorajado pastores e líderes a plantar novas igrejas no Brasil, nas regiões onde o evangelho ainda não é bem conhecido, qual abaixo eu Pastor João Paz estarei relatando.
Seguem algumas observações gerais sobre a Igreja evangélica brasileira de hoje:
• As regiões urbanas têm experimentado maior crescimento que as áreas rurais.
Veja dois exemplos em pesquisas, um na região Nordeste e outro na região Norte, que ilustram essa realidade:
Em 2002, no sertão nordestino, numa microrregião que, em 1991, o IBGE apontava como tendo 1,13% de evangélicos, o IBGE, fez uma pesquisa completa em onze municípios do sertão da Paraíba. Esses municípios compõem a microrregião chamada Itaporanga. A pesquisa retratou a realidade do sertão e se preocupou, ainda, em analisar como a população não-evangélica vê o “crente”. Na ocasião, foi feita também uma distinção de zona urbana e rural. A conclusão foi a seguinte: não obstante a relação habitantes/igreja nesses municípios ser parecida com a das grandes cidades, há, ainda, muitas comunidades sem igrejas nas zonas rurais. Neste caso, a microrregião de Itaporanga tem uma população de 83.000 habitantes e, considerando as comunidades com no mínimo quinze habitantes, existem 140 comunidades rurais sem igrejas. Esta é uma população que não ouvirá o evangelho se alguém não for lá pregar e estabelecer uma igreja para que o novo convertido seja discipulado.
A região Norte do Brasil apresenta uma porcentagem de evangélicos bastante alta dentro do contexto nacional. Na cidade de Manaus, por exemplo, a relação habitantes/igreja foi a de melhor média até agora nas grandes cidades (796 habitantes/igreja local). No entanto, uma peculiaridade dessa região é a população ribeirinha. A região Norte possui mais de 40 mil comunidades ribeirinhas com uma população média de 130 habitantes por comunidade. Em 1999, foi estimado que 90%, aproximadamente (ou seja, 36 mil) destas comunidades ribeirinhas não tinham nenhuma igreja evangélica.
• A Igreja tem crescido mais entre os pobres do que entre os ricos
Uma pesquisa feita em Londrina, PR, em 2000, mostrou que as regiões mais ricas da cidade possuem menos igrejas evangélicas, resultado que tem se repetido em várias outras cidades ao redor do país.
• Vários grupos étnicos não foram ainda alcançados (tanto imigrantes quanto tribos indígenas)
Existem ainda 103, ou 40%, das 257 tribos indígenas do Brasil sem presença missionária. Outros grupos étnicos, tanto nas cidades quanto nas regiões rurais, também precisam ser focalizados, para que se implantem igrejas e todo o país, dessa forma, seja alcançado pelo evangelho de Jesus Cristo.
• As regiões Norte e Centro-Oeste têm a maior presença evangélica
• As regiões Nordeste e Sul, por outro lado, têm a menor.
• O Sudeste tem os grandes desafios que vêm com a urbanização e grandes concentrações de população
Resumindo:
1. Cada região do país tem seus próprios desafios. Está comprovado que pelo menos 80% das pessoas em cada região não têm nenhuma participação na Igreja.
2. A Igreja evangélica do Brasil não é bem distribuída. Em todas as cidades e áreas rurais pesquisadas, foram encontrados lugares com muitas igrejas enquanto outros lugares com poucas.
No segundo semestre de 2001 e início do ano 2002, foi realizada uma pesquisa completa sobre a presença evangélica na cidade de Marília, SP. As ruas da cidade foram percorridas e igrejas localizadas e situadas em um mapa digital, que mostrou claramente que as igrejas não estão distribuídas igualmente entre todos os bairros. Este mesmo tipo de pesquisa foi feito em mais sete cidades ao redor do Brasil, em 2002. Resultados iniciais mostram que todas as cidades apresentam uma situação parecida.
1. O Brasil possui mais ou menos uma igreja para cada 1.200 habitantes (em 2002, a média das cidades pesquisadas foi de 1.011). Nas cidades pesquisadas em 2002, em um domingo típico, cerca de 6,5% da população do Brasil estavam presentes em uma igreja evangélica (a freqüência média das igrejas evangélicas no Brasil é de 70 pessoas). Podemos perceber que esta porcentagem é muito menor que o número de pessoas que se identificam como evangélicas no Censo e indica um número alto de evangélicos inativos nas igrejas.
2. Na década de 80, o grupo religioso que cresceu mais rapidamente foi o das pessoas sem religião ou sem declaração de religião. Nos anos 90, foram os evangélicos. Isto pode indicar que ser evangélico está-se tornando uma opção mais aceitável dentro da sociedade brasileira. Entretanto, de acordo com o Censo 2000 do IBGE, existem três Estados na região Nordeste, onde a porcentagem dos “sem religião” supera a porcentagem dos evangélicos.
O que falta para que o Brasil seja alcançado?
Deus está trabalhando muito no Brasil e a Igreja está crescendo. A Igreja ainda tem muito por fazer; foi abençoada por Deus e tem muito para oferecer como bênção. Isto indica a necessidade de uma responsabilidade missionária para alcançar as partes do Brasil que não estão sendo alcançadas naturalmente (áreas rurais, grupos étnicos, bairros esquecidos, etc.), bem como os confins da terra.
No último Censo, encontrei em pesquisa 56 municípios com menos de 1% de evangélicos, o que atinge uma população de 310.884, e onze municípios sem nenhum evangélico, sendo que nove deles se encontram no Estado do Rio Grande do Sul. Vale lembrar que esses dados, muitas vezes, são colhidos por amostragem, o que não invalida a pesquisa, mas em se tratando de um número “0” na categoria “religião” valeria a pena visitar esses municípios e confirmar essa informação.
Precisamos:
1. Identificar os lugares que ainda não foram alcançados
2. Treinar líderes para as igrejas já existentes e para as que vão surgir
3. Motivar as igrejas a plantar novas igrejas em lugares estratégicos
4. Implantar 100 mil igrejas novas
5. Mobilizar missões para os grupos que não serão atingidos naturalmente
Alguns aspectos sociais como conseqüência do crescimento da Igreja
Eu lendo a revista Veja (edição de julho/2002), qual publicou uma reportagem intitulada “A força do Senhor”. Essa reportagem chamava a atenção para o crescimento dos evangélicos e sua atuação na área social do país. Dizia:
“O crescimento da fé evangélica está mudando o Brasil dos esportes à política, das favelas aos bairros chiques, dos presídios à televisão”
A reportagem menciona que as conseqüências do aumento do número de evangélicos, de modo geral, têm sido boas:
• Os evangélicos têm menos filhos
• Os evangélicos buscam uma boa moral sexual
• Levam a prática da fé a sério
• • Conversões na Casa de Detenção
• Adolescentes deixam as drogas
• Ética e valores morais na política
• Educação e cultura. Incentivo à leitura. Os evangélicos têm 934 instituições de ensino em vários níveis com 740.000 alunos
• Motivou a levar até a Renovação Carismática da Igreja Católica.
O texto da Veja veio confirmar a pesquisa feita em Itaporanga, onde foi constatado que 57% da população vê com simpatia a presença dos “crentes” na sua região. Isso muito nos alegra, mas aumenta a nossa responsabilidade diante de Deus.
Conclusão
Como vimos, Deus tem abençoado muito o nosso país. Tem nos dado um crescimento em quantidade e a sociedade já vê algumas conseqüências disso. Precisamos nos conscientizar da importância de sermos numericamente expressivos e daquilo que o Senhor pode fazer por nosso intermédio, desde que nos coloquemos em suas mãos.
Seria muito bom se todas as denominações evangélicas se unissem no amor de Cristo, deixando de lado questões insignificantes, e mirassem o alvo mais nobre: realizar a tarefa de ganhar esta nação para Cristo, e não a concorrência a números de membros.
Precisamos crescer na graça e no conhecimento do nosso Deus para transformar esta nação. Se em 2002, ano em que a reportagem da Veja foi publicada, já se constatava que a fé evangélica estava mudando a sociedade (e em 2002 éramos 17% de evangélicos), o que Deus não poderá fazer quando seu exército no Brasil corresponder a 50% de evangélicos?
Sabemos que a nossa fé pode mover montanhas: “Porque a fé que vocês têm é pequena. Eu lhes asseguro que se vocês tiverem fé do tamanho de um grão de mostarda, poderão dizer a este monte: Vá daqui para lá, e ele irá. Nada lhes será impossível” (Mt 17.20).
Simultaneamente, e até como conseqüência da dedicação ao compromisso de ganhar esta nação, devemos nos lembrar do que a Palavra de Deus nos diz no Salmo 67.1,2: “Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, para que sejam conhecidos na terra os teus caminhos, a tua salvação entre todas as nações”
As pesquisas nos mostram o quanto temos sido abençoados por Deus como nação e o texto bíblico acima nos revela que o Senhor faz isso com um propósito: para que abençoemos também os outros povos.
Hoje, o Brasil tem acesso livre em muitas nações, onde eu mesmo agora em 2014 estou sendo enviado para Europa para realizar um abençoado trabalho lá em Nome do Senhor Jesus Cristo. E isso não deixa de ser um privilégio. Em qualquer lugar do mundo o brasileiro é sempre bem recebido e dispõe de certa liberdade para levar o evangelho. Além disso, muitos brasileiros têm origens em algumas dessas nações, o que pode facilitar o trabalho, tanto indo ao estrangeiro quanto alcançando essas “colônias” (grupos étnicos) dentro do nosso próprio país.
"As Marchas para Jesus"
A primeira edição brasileira do evento, realizada em 1993, levou cerca de 350 mil pessoas às ruas de São Paulo, com destino ao Vale do Anhangabaú, onde ocorreu um grande show gospel e foram arrecadadas mais de quinze toneladas de agasalhos. Na última edição, em 2013, estima-se que mais de dois milhões de fiéis das mais diversificadas denominações evangélicas, apenas em São Paulo, percorreram o trajeto marchando e cantando para Jesus. É o povo de Deus, com mais de trinta milhões de fiéis, mostrando, orgulhosamente, sua cara!
Segundo o IBGE, o número de católicos teve queda de 1,3% entre 2000 e 2010 e foi 124,9 milhões, ou 73,6% da população, para 123,3 milhões, cerca de 64,6% dos brasileiros.
A primeira edição brasileira do evento, realizada em 1993, levou cerca de 350 mil pessoas às ruas de São Paulo, com destino ao Vale do Anhangabaú, onde ocorreu um grande show gospel e foram arrecadadas mais de quinze toneladas de agasalhos. Na última edição, em 2013, estima-se que mais de dois milhões de fiéis das mais diversificadas denominações evangélicas, apenas em São Paulo, percorreram o trajeto marchando e cantando para Jesus. É o povo de Deus, com mais de trinta milhões de fiéis, mostrando, orgulhosamente, sua cara!
Segundo o IBGE, o número de católicos teve queda de 1,3% entre 2000 e 2010 e foi 124,9 milhões, ou 73,6% da população, para 123,3 milhões, cerca de 64,6% dos brasileiros.
Em 2000, os evangélicos representavam 15,4% da população, ou 26,2
milhões de pessoas. Em 2010, eles passaram a ser 22,2% dos brasileiros, somando
um total de 42,3 milhões. Se considerados os 20 anos anteriores, o crescimento
foi ainda mais representativo. Em 1991, 9% dos brasileiros eram evangélicos e
em 1980, apenas 6,6%.
UM ABRAÇO A TODOS.
CIDADES NÃO EVANGELIZADAS
Essas cidades merecem a
atenção da Igreja brasileira.
A Região Sul também possui a menor taxa de
crescimento anual de evangélicos em todo o país. Entre as 20 cidades
brasileiras com maiores índices de seguidores da Umbanda e Candomblé, 16 estão
no Rio Grande do Sul e 4 delas aparecem no topo da lista: Rio Grande, Dezesseis
de Novembro, Viamão e Bagé.Nova Ibiá, na Bahia, com 7.166 moradores
destaca-se como a cidade com o maior percentual de habitantes “sem religião”.
Em todo o Brasil 12,5 milhões de pessoas declararam-se sem
religião. Esse índice é tão alto que só não ultrapassa o número de católicos e
evangélicos. Se somarmos os números de seguidores de todas as religiões – não
incluindo católicos e nem evangélicos – o valor dos que se declararam “sem
religião” chega a ser mais do que o dobro do número de adeptos de todas as
religiões somadas.Queluzito (MG)
Carrapateira (PB)
Boa Vista do Sul (RS)
Nova Alvorada (RS)
Nova Roma do Sul (RS)
Protásio Alves (RS)
Relvado (RS)
Santo Antônio do Palma (RS)
São Jorge (RS)
União da Serra (RS)
Vespasiano Correa (RS)
As 11 cidades sem nenhuma
presença evangélica são:
“E
dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos,
e crede no evangelho.” Marcos 1:15
Alguns assuntos
aqui foi da; pesquisas@sepal.org.br
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
MISSÕES, UMA OBRA DE URGÊNCIA
MISSÕES, UMA OBRA DE URGÊNCIA
Isaías 6:8,9 - I Coríntios 9:16
Toda igreja evangélica fala de
missões. Mas, onde está missões? Nos livros da biblioteca? Na cabeça dos
lideres? Nas colunas do jornal da denominação?
Deus quer missões dentro do nosso
coração.
I. Missões no coração
de Deus.
1. Deus amou todo o mundo e por isso
decidiu estabelecer para ele um plano missionário, que tem como ponto
fundamental o sacrifício de Jesus. João 3:16
2. As bases do plano missionário de
Deus tanto podem ser encontradas na chamada de Abraão, Gênesis 12:3 bem como na
própria criação do primeiro homem, posto que se pode entender um autêntico
plano missiológico nas primeiras declarações proferidas pelo criador. Deus
disse: “Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra”, Gênesis 1:28
II. Missões no coração
dos profetas
1. Missões no coração de Davi, Salmo
2:8 – Salmo 96:31
2. Missões no coração de Salomão,
Provérbios 11:30
3. Missões no coração de Isaias, Isaias
6:8 – Isaias 62: 6
4. Missões no coração de Jeremias,
Jeremias 1:5
5. Missões no coração de Jonas, Jonas
1:2
6. Missões no coração de Joel, Joel
1:29
7. Missões no coração Miquéias,
Miquéias 4:11
8. Missões no coração de Ageu. Ageu
2:7
9. Missões no coração de Malaquias,
Malaquias 4:2
10. Missões no coração de João
Batista, João 1:29
III. Missões no coração
de Cristo
1. Encarnou-se para fazer missões,
Lucas 19:10
a. O filho de Deus veio a este mundo
como um missionário. Veio decidido a cumprir uma missão redentora, que somente
Ele era capaz de efetuar. Todos os missionários que atualmente existem no mundo
nada mais fazem do que seguir-lhe os passos. Ele é, por excelência, o pioneiro
universal de missões dentro do plano eclesiológico das Escrituras.
2. Viveu sempre em função de missões.
Mateus 4:23-24
a. Missões pressupõe uma dedicação ao
homem integral. Assim, o Senhor Jesus dedicou-se durante os três anos e meio de
seu abençoado ministério, a fazer missões dentro desse prisma. Ele ensinou,
pregou e curou. Ensinando, cuidou da mente humana. Pregando, atingiu o coração
e as necessidades da alma. Curando, deu ao corpo a oportunidade de ser também
restaurado pelo Salvador de todos nós.
3. Sua morte foi absolutamente
missionária, Mateus 20:28
a. Ele não morreu como um mártir. Ele
poderia fugir, poderia dispensar, poderia escapar de morrer. Mas decidiu
oferecer sua vida em resgate de quantos nele viessem a crer em todos os tempos
e lugares. Morte missionária no mais alto sentido, porque a morte que produz
resgate, compra vidas, redime corações, assegura felicidade e garante um lugar
no céu.
4. Ressurreto, ordenou fazer missões,
Marcos 16:15-16
a. Ele não era um mero “dador de
ordens”. Ele primeiramente fazia e depois ordenava. Ele fez missões e depois
estimulou, designou e incentivou os seus discípulos a fazerem o mesmo. Os
discípulos fizeram missões em um sentido restritivo antes do Calvário, mas
depois da ressureição decidiram alcançar todo o mundo com a palavra do
evangelho.
5. Hoje, no céu, é diretor universal
de missões. Efésios 4: 11-12 – Apocalipse 5:9
a. Ele desceu as partes mais
inferiores da terra para depois subir a regiões mais elevadas das mansões
celestiais. Ele se tornou digno de dirigir a sua igreja, como cabeça e
comandante. Ele ordena ministros, por ele mesmo escolhidos. Ele aponta a cada
um o caminho a seguir e determina os campos missionários para os sues
escolhidos.
b. No céu o seu nome, a sua glória e
o seu sacrifício serão eternamente recordados em canções maviosas entoadas
pelos que já lá estão e também pelos que hão de chegar, procedentes deste vale
de lágrimas, mas redimidos pelo seu sacrifício, feito quando ele esteve aqui
cumprindo missões.
IV. Missões no coração
da igreja primitiva
1. Missões no coração de Pedro. Atos
2:39
2. Missões no coração de Estevão.
Atos 7
3. Missões no coração de Filipe. Atos
8:1-9
4. Missões no coração de Paulo. Tito
2:11 – Romanos 10: 15
5. Missões no coração dos crentes
primitivos. Atos 8:1
V. Missões em nosso
coração
1. Sem missões, a igreja nunca será
universal
a. A igreja foi edificada pelo Senhor
Jesus (Mateus 16:18) com uma destinação inequívoca, a de ser universal. Ela foi
projetada para incluir homens de todas as raças, de todas tribos, de todos os
povos, de todas línguas e de todas as nações deste planeta. Apocalipse 5:9. Mas
isto seria apenas uma formosa teoria se não houvesse a própria igreja tomada a
decisão corajosa e inspirada de espalhar-se por todo o mundo, como sal da terra
(Mt5:13), com o propósito exclusivo e determinado de “encher a terra”, a fim de
encontrar dentre os seus bilhões de habitantes, todos pecadores e debaixo de
condenação, um “povo para seu nome”.
2. Missões é o verdadeiro segredo do
crescimento da igreja
a. Todos queremos que a igreja
cresça. Muitos trabalham para que isto se concretize. Outros planejam de
diferentes formas o seu crescimento. Mas, em verdade, o crescimento somente
ocorre quando a própria igreja faz missões. Sem missões a igreja é um amontoado
de congregações locais, isoladas e distantes umas das outras. Com missões a
igreja e uma sucessão de comunidades interligadas por todo os continentes ,
cobrindo os quatro cantos da terra e impedindo o avanço da obra maléfica e
destruidora de Satanás. Temos que fazer mais missões, para podermos crescer
muito mais.
3. Missões, um fator de proteção
nacional
a. Tem sido observado com bastante
critério e segurança que a obra missionária é um importante fator de segurança
para as nações que a praticam. Isto significa que quando uma igreja nacional se
empenha em um grande projeto de missões estrangeiras, Deus se constrange a
abençoar aquela obra, porque seu evangelho é pregado noutras regiões, mas
abençoa também a igreja que promove, porque se trata de um compromisso de sua
parte em manter a chama missionária acesa e bem desenvolvida. Qualquer país que
enviar missionários receberá em troca uma proteção de Deus para si mesmo, na
medida em que Deus atende os propósitos abençoadores do povo atingido pela obra
missionária.
4. Os grandes desafios do mundo
moderno
a. Muitos tem notado que atualmente
existem certos desafios para missões, muito mais fortes e graves que os que
foram enfrentados em épocas anteriores. Atualmente temos os mais modernos meios
de comunicação de massas, mas também temos muito maior possibilidade de vermos
as pessoas presas, isoladas e indispostas a tomarem tempo com a pregação de Deus.
b. O mesmo rádio e televisão que
serve para uma massiva divulgação das Escrituras é utilizado como meio de
difusão de religiões falsas, de programas de lazer e de ideologias estranhas a
vida cristã.
c. Poucos são os programas que a
igreja mantém pela televisão, enquanto milhões a ela se conservam acorrentados,
influenciados cegamente por tudo que de hediondo, mesquinho, diabólico ou
superficial tem ela a apresentar.
5. Vamos fazer missões HOJE?
a. O desafio missionário não pode ser
atendido depois, amanhã, mais tarde. Seria um crime cruzar os braços hoje,
enquanto milhões perecem sem o conhecimento pessoal de Cristo. É uma
desobediência gritante cruzar os braços e omitir-se ao labor missionário, enquanto
milhões e milhões morrem absolutamente perdidos, condenados as cadeias eternas.
b. Devemos despertar para fazer
missões agora, enquanto é possível. Usemos da liberdade que temos para levar a
mensagem de liberdade aos que estão acorrentados pelas cadeias do pecado.
Missões é um imperativo de tal
maneira importante e inadiável que não resta outra opção para a igreja do
Senhor, neste final de tempo e nesta véspera da volta do Senhor Jesus.
DEUS VOS ABENÇOE!!!
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